Em linha com a vida de Daúto Faquirá, hoje n’ O Lado Negro da Força

Nascido na cidade moçambicana de Inhambane em 1965, e desde os 12 anos em Portugal, Daúto Faquirá formou-se em Educação Física e Desporto, com especialização em ergonomia e futebol, modalidade central na sua história. Primeiro como jogador, e desde os 28 anos no comando técnico, foi eleito Treinador Revelação no ano de estreia na principal liga portuguesa, reconhecimento precedido de várias subidas de divisão. A par da trajectória competitiva, marcada também por uma passagem pelo campeonato angolano, a sua vida desportiva, entretanto alargada à presença televisiva, incluiu ainda a passagem pelo ensino, percurso hoje em destaque n’ O Lado Negro da Força. Para ver a partir das 21h, com um olhar pela luta anti-racista.

por Afrolink

Dividia o tempo entre o ensino da disciplina de Educação Física, e os treinos e partidas de futebol, quando a situação se começou a tornar insustentável. 

“Tive de fazer uma opção, e abracei completamente – de uma forma plena, digamos assim – esta actividade”, conta Daúto Faquirá, de volta à época em que suspendeu a carreira docente na escola pública para se dedicar inteiramente à vida de treinador.

O momento, relatado em entrevista à plataforma FutStage, abriu caminho a uma trajectória de múltiplas conquistas, incluindo, no seu ano de estreia na principal liga portuguesa, o reconhecimento como “Treinador Revelação”.

Antes dessa distinção, Daúto, que se iniciou num comando técnico aos 28 anos, somou várias subidas de divisão.

Formado em Educação Física e Desporto, com especialização em ergonomia e futebol, o treinador começou por conduzir o Sintrense da III para a II Divisão. O percurso ascendente repetiu-se na passagem pelo Odivelas, marcada pela subida da distrital para a III Divisão, e na ligação ao Barreirense, que liderou da II Divisão até à II Liga.

Mais recentemente, Daúto treinou o Torreense, desafio que surgiu já depois da passagem por Angola, onde esteve à frente do comando técnico 1.º de Agosto.

A paixão pelo futebol, inicialmente vivida como jogador, expressa-se também no espaço televisivo, que passou a ocupar enquanto comentador.

Hoje junta-se ao Lado Negro da Força, para uma conversa sobre a sua história, iniciada em 1965, na cidade moçambicana de Inhambane, e desde os 12 anos fixada em Portugal.

Para ver a partir das 21h, no Facebook e no YouTube, com um olhar pela luta anti-racista.