O caminho português para a militância marxista-leninista de Priscila Valadão

Brasileira nascida na Alemanha, Priscila Valadão vive em Portugal há oito anos, destino que a confrontou com uma identidade até aí desconhecida: a de pessoa racializada. A descoberta, conta a administrativa, “guinou a sua vida para a militância marxista-leninista, o que inclui a luta anti-racista”, mas não só. A partir das 21h saberemos mais, n’ O Lado Negro da Força.

por Afrolink

Em Portugal há oito anos, a brasileira Priscila Valadão descobriu por cá o que significa ser uma pessoa racializada.

A experiência migrante “guinou a sua vida para a militância marxista-leninista, o que inclui a luta anti-racista, e todos os aspectos que nos diferem e unem enquanto identidade no âmbito de classe”, lemos na sua biografia, partilhada com O Lado Negro da Força, antes do encontro desta noite.

Nascida na Alemanha, a administrativa é mãe de três filhos, e faz questão de declarar o seu amor ao funk do Rio de Janeiro, despertado durante a adolescência.

Mulher, feminista e imigrante, frequentou no Brasil duas licenciaturas, ambas por concluir: uma em Administração de Empresas e outra em Sociologia.

Uma história para acompanhar a partir das 21h,  no Facebook e no YouTube.