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A grande maldição do homem branco, mascarada de teoria da substituição

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100 mulheres na vanguarda do empreendedorismo social, e eu sou uma

A Euclid Network, rede apoiada pela Comissão Europeia, divulgou no passado Dia Internacional da Mulher, o seu “Top 100 Women In Social Enterprise 2022”. A denominada lista das 100 melhores empreendedoras sociais apresenta 12 mulheres de Portugal, incluindo eu própria.

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A nossa diversidade é um trunfo

Resistência africana contra o apagamento de identidades colectivas

A caminho do Dia de África, que se celebra na próxima quarta-feira, 25 de Maio, recuperamos uma reflexão aqui partilhada no ano passado: O que as esteiras de trançadas na província de Cabo Delgado, em Moçambique, têm em comum com aquelas que nos chegam do estado da Bahia, no Brasil? As semelhanças deram vida à exposição “Países Espelhados: objetos, imagens, sabores, memórias: encontros culturais entre o Brasil e nações africanas de língua portuguesa”. A mostra, apresentada na cidade de São Paulo, propôs uma reflexão sobre as similitudes “e trocas culturais entre o Brasil e os cinco países africanos que também foram colonizados por portugueses: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe”. “A modo de assegurar a manutenção do poder sobre as pessoas escravizadas, foram empregadas estratégias que visavam o apagamento de identidades colectivas, tais como a interdição de idiomas e a proibição de práticas religiosas”, assinalava Danilo Santos de Miranda, director do Sesc São Paulo, entidade que acolheu a exposição. O responsável acrescentava, na mensagem de apresentação da exposição, que, apesar dessas políticas de aniquilação, “na trama de um tecido, no preparo de um alimento, numa canção de ninar, é possível observar similaridades que mostram nada menos que sobrevivências civilizatórias, formas de resistência que lograram atravessar o Atlântico e manter coesa certa memória colectiva num mundo despedaçado”. Em resgate!