DAVID J. AMADO: “PREFERIA SER ATACADO E ATÉ MORRER COMO SOU, DO QUE VIVER COMO ALGUÉM QUE NÃO SOU”
“A Água Me Leva” é o mais recente filme de David J. Amado, tendo estreado em março em Lisboa, no Avenidas - Um Teatro em Cada Bairro, no âmbito do projeto “Democracy in Action”. Seguiram-se outras exibições na Casa Capitão e na Associação Passa Sabi, a que se junta uma nova no próximo sábado, 2 de maio, às 18h, na Rádio Quântica. Após ter assistido à última apresentação, a repórter Naya Chardon encontrou-se com o produtor, bailarino e artista na Fundação Gulbenkian. Uma oportunidade para falarem sobre a curta-metragem, que vai fazer parte de um projeto maior, intitulado “Depois do Norte”, mas também para conversarem sobre o livro “Desprotegidos”, que David se prepara para lançar.
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A Casa do Comum, no Bairro Alto, em Lisboa, debate, amanhã, 6, às 18h, o tema “Escravatura crime contra a Humanidade, implicações para os países que escravizaram e traficaram escravos”. A conversa, com a participação online da ex-ministra da Justiça de França, Christiane Taubira, será dinamizada pela investigadora Kitty Furtado e por Álvaro de Vasconcelos, coordenador do Fórum Demus, que organiza a sessão.